segunda-feira, 25 de julho de 2011

seu rosto cristão.

 O ser do catequista:
“Neste encontro com Cristo, queremos expressar a alegria de sermos discípulos do Senhor e de termos sido enviados com o tesouro do Evangelho. Ser cristão não é uma carga, mas um dom” (DA, n. 28).

No dia-a-dia quando nasce uma criança, as pessoas correm para vê-la e logo começam as especulações: “parece mais com o pai ou com a mãe?”. A partir daí começam as constatações: “o formato da boquinha e do narizinho é da mãe”, os olhinhos puxados são do pai”, “o rostinho e da vovó e o temperamento é do pai”, etc...

O catequista tem um rosto cristão, isto quer dizer, ele possui a fisionomia de Deus. Segundo o Gênesis, fomos criados “à imagem e semelhança de Deus” (cf. Gn 1,26s). Além de uma fisionomia humana, o catequista também possui uma fisionomia cristã. Mas não vamos pensar matematicamente que o catequista tenha duas caras. O rosto humano do catequista é também cristão, ou seja, ele é gente, pessoa humana, mas também é filho de Deus, vocacionado à felicidade, ao amor e à comunhão com toda a criação.

Este projeto tão bonito de harmonia e de felicidade foi pintado no livro do Gênesis. Precisamos descobrir ali o sentido para a nossa vida e a alegria de ser filho (a) de Deus. Contudo o fato de ser cristão não quer dizer que tudo esteja pronto. Há um longo caminho a percorrer e para nós, cristãos, esta corrida se inicia no Batismo. Todos fomos criados à imagem de Deus para ser a sua semelhança: “Mas todos nós temos o rosto descoberto, refletimos como num espelho a glória do Senhor e nos vemos transformados nesta mesma imagem, sempre mais resplandecentes, pela ação do Espírito do Senhor” (2 Cor 3, 18).

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