No trajeto atƩ o palƔcio o governante observa o cotidiano da cidade atravƩs da janela de seu carro quando de repente, seus olhos observam duas crianƧas correndo. A maior correndo, brincando, atrƔs da menor. De repente a menor cai e Ʃ acudida pela maior que para faze-la parar de chorar, a distrai e carrega-a nos braƧos.
Seu carro jÔ vai distante mas ele fixa seu olhar naquela cena. Chegando ao seu gabinete, pede para não ser incomodado e fecha as portas. Aquela cena não lhe sai da mente e o remete às entranhas do seu ser ao ver a criança maior protegendo a menor. Um turbilhão passa na sua vida, assim o tempo passa e são 12:00h. Uma explosão de alegria toma conta da
cidade e todos se rejubilam, pois a lei não seria cumprida hoje e talvez nunca mais.
Uma mãe então entra em casa gritando feliz:
- Filhinhos, filhinhos! o Governador não assinou a perversa lei. Seu pai, eu não queria contar-lhes, tinha sido escolhido para ser executado, mas graças a Deus ele estarÔ conosco semana que vem! Viva! Viva!
Que bom mãe! Que bom Mamãe!
E vocĆŖs ? o que fizeram?
Nada nĆ£o mĆ£e. Nós saĆmos para brincar mas o Andrezinho caiu, chorou aĆ eu tive que carregĆ”-lo no colo e contar algumas estórias para ele. Eu acho que nós nem deverĆamos ter saĆdo de casa...
Ć assim que Deus age em nós.... muitas vezes nem percebemos os seus sinais, mas Ćle sabe como fazer aquilo que nos Ć© aproveitĆ”vel e usa os emissĆ”rios do bem para que enxerguemos a vida de maneira diferente... nĆ£o esqueƧa que Deus vela por nós todos os instante.
